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Justiça e Next Men: R$80,00 cada
Reino do Amanhã: R$70,00
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Killers: as origens do Iron Maiden 1975 – 1983

O livro ainda não foi lançado portanto reserve o seu escrevendo para nflzineeditora@outlook.com

Biografia que conta as origens da mais lendária banda de Heavy Metal de todos os tempos apresentando entrevistas com antigos membros e contando em detalhes a ascensão da banda, os problemas que enfrentaram, mudanças de formação e a persistência de Steve Harris, criador da banda. Ainda há depoimentos no apêndice do livro de pessoas como Brian Slagel, criador da Metal Blade Records, Ray Van Horn Jr. (Blabbermouth/The Metal Minute), Joshua Wood (Metal-Rules) entre outros do meio Metal. O livro terá mais de 200 páginas nas dimensões aproximadas de 14 x 20 cm e na contra-capa uma camada de verniz especial que brilha no escuro com o rosto do Eddie. Deixe o livro na claridade (não precisa ser sob luz intensa de um abajur por horas a fio, apenas luz do dia ou de um ambiente da casa que serve), e ao deixar o livro no escuro surgirá o rosto do Eddie. Bom para deixar ao lado da cama.
Abaixo há trechos de várias épocas do começo do Iron Maiden.
Abaixo tem uma tabela de preço do livro assim como o preço dele com o pôster do Eddie destruindo o Congresso Nacional.
1 livro: R$35,00 + R$5,00 de frete
1 livro + 1 pôster do Eddie destruindo o Congresso Nacional: R$50,00 se for dobrado enviado junto com o livro ou R$55,00 se for num frete a parte enrolado num cano
2 livros: R$35,00 + R$7,00 de frete
3 livros: R$35,00 + R$10,00 de frete
4 livros: R$125,00 com frete incluso
5 livros: R$150 com frete incluso
10 livros: R$270,00 com frete incluso
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30 livros ou mais com 40% de desconto em cima de R$35,00 a unidade.

Escreva para nflzineeditora@outlook.com

Alguns trechos do livro

É geralmente aceito que as origens do Iron Maiden, possivelmente a banda britânica de Heavy Metal mais bem-sucedida e influente desde os criadores do gênero, Black Sabbath, remontam ao Natal de 1975. Será mera coincidência que o Iron Maiden, um grupo rotulado de forma ingênua e incorretamente como ocultista, surgiu no dia que os cristãos afirmam ser de Jesus Cristo? Sim é a resposta curta! Na verdade, como veremos, há um certo debate se a banda realmente foi formada no dia 25 de dezembro.

Steve Harris, baixista extraordinário, acabara de sair de uma banda chamada Smiler. Contudo, como diz a música do Byrds composta por Carole King, ele não “Nasceu Para Seguir” (Born To Follow, no original). Queria uma banda que pudesse chamar de sua, para controlar e guiar para o sucesso vindouro. O nome da sua criação seria Iron Maiden, proveniente da adaptação para o cinema de O Homem da Máscara de Ferro, baseado no clássico de Alexandre Dumas. Iron Maiden (Dama de Ferro, em português) é um instrumento de tortura (e milhares de pais, que ouviriam os futuros álbuns do Maiden emanando das caixas de som de seus filhos, concordariam entusiasticamente que o modo pesado como a banda toca seus instrumentos era uma tortura), uma cápsula de ferro cujo interior era revestido com cravos de ferro que, quando fechada, deixava a vítima com mais buracos que um alvo usado. Os cravos eram dispostos de modo ardiloso para ferir, mas não matar imediatamente o habitante desafortunado.

Uma opção de nome para a banda era Ash Mountain, mas Iron Maiden acabou – sabiamente, é provável – sendo escolhido no final das contas. Quem é esse homem que o mundo viria a conhecer e amar? E o que levou à formação do Iron Maiden?

O fundador e cérebro da banda, o Sr. Stephen Percy Harris, chegou ao mundo no dia 12 de março de 1956, em Leytonstone, East London (curiosamente, 57 anos depois, o amado baterista Clive Burr do Iron Maiden deixaria este plano no mesmo dia). O código postal londrino de Leytonstone é E11, mas é um tanto interiorano. Hoje em dia os personagens do programa de TV Eastenders considerariam que Leytonstone fica muito ao leste para merecer atenção e as estrelas de The Only Way Is Essex (novela de TV britânica) só passariam por lá a caminho de uma noitada na zona oeste.

Entretanto, além de Harris, Leytonstone tem como filhos ilustres David Beckham (ex-jogador de futebol) e Jonathan Ross (apresentador de rádio e TV), assim como o falecido Alfred Hitchcock (há um hotel/pub batizado em sua homenagem). Subindo a rua em E17 (onde surgiu a boy band homônima) alguns anos antes de Steve Harris seguir o seu sonho, um jovem Alan Sugar começava o seu como aprendiz numa farmácia em Walthamstow. Como os tempos mudam. Atualmente, com os preços de propriedades londrinas nas alturas, esses locais tornaram-se cada vez mais exclusivos. Nos anos 1970, porém, não era uma área que a maioria dos yuppies pudesse apontar no mapa e chegar perto com alguma confiança.

Inicialmente, o desejo de Steve Harris era ser baterista, seguindo os passos do seu herói Keith Moon, do The Who. O outro ídolo dele era o também baterista John Bonham, do Led Zeppelin – possivelmente um dos maiores da história do rock. Contudo, havia um problema. A casa dos pais de Harris era pequena demais para comportar um kit de bateria completo. Assim, ele decidiu comprar um baixo. Na verdade, ele havia tentado tocar guitarra acústica, influenciado por um amigo, mas nunca sentiu-se à vontade. O baixo o chamava. Harris tinha 16 anos quando comprou um Fender Precision que, em 1971, custou-lhe 40 libras. É uma idade relativamente avançada para começar a dominar um instrumento, mas funcionou bem devido ao fato de ele ter passado pela tumultuada adolescência.

Harris evitou ter aulas com um professor de música e aprendeu a tocar ouvindo seus álbuns favoritos do Free, Sabbath e Jethro Tull. Alguns dos baixistas que influenciaram o jovem Harris vão de John Entwistle a Chris Squire, Mike Rutherford, Andy Fraser e Martin Turner. Como veremos, esse auto-aprendizado provaria ser útil no desenvolvimento do som único do Maiden. Ele logo começou a compor e continuou a dominar o instrumento inteiramente na base da auto-aprendizagem. “Cresci ouvindo vários baixistas diferentes, como Chris Squire e John Entwistle”, Harris informou a Bob Nalbandian, da Hard Radio, em 1998. “Martin Turner, do Wishbone Ash, e Rinus Gerritsen, do Golden Earring, também foram uma grande influência para mim. Se ouvir alguns dos primeiros discos do Golden Earring, dá para perceber a influência!”

O aspirante a baixista tinha outros passatempos, como o futebol. Ele era um jogador tão bom que jogou nos juniores do West Ham, um time local, após ser descoberto por Wally St Píer. Por sinal, Harris ainda é torcedor do clube, um time que ele tem acompanhado avidamente desde os nove anos de idade. Há dois times de destaque que jogam em East London: o Leyton Orient e o West Ham United, mais popular. Contudo, o West Ham é rival do Millwall, time do outro lado do rio Tâmisa, e não do parente pobre que encontra-se mais próximo. Harris não é o único músico a apoiar os chamados ‘Hammers’. Mickey Geggus, do Cockney Rejects, também é torcedor e até gravou uma versão barulhenta de “I’m Forever Blowing Bubbles”, hino do clube.

Mas a primeira verdadeira paixão de Harris era o rock e não o futebol. Depois que o Gypsy’s Kiss acabou após apenas seis shows, ele fez um teste para a banda Smiler, onde, de acordo com Tony Clee, entrou em fevereiro de 1975. Sua passagem pela banda não durou muito – cerca de dezesseis shows – antes de ele pensar seriamente em sua própria banda. Em 1975, o Smiler era formado por dois irmãos, os guitarristas Mick e Tony Clee, pelo baterista Doug Sampson e o vocalista Dennis Wilcock, com Harris no baixo. Contudo, a primeira formação do Smiler contava com Fred Leggat no vocal e Stevie Smith na bateria, embora ele tenha sido substituído por Paul Sears. A banda então trocou Leggat e Sears por Wilcock e Sampson, respectivamente. Várias mudanças num curto período de tempo, mas isso acontece frequentemente quando bandas começam e tentam encontrar a química certa.

“Quando comecei a escrever o meu próprio material havia muitas combinações, mudanças de tempo e energia,” descreveu Harris para Michael Smolden, da Guitar Player, em 1988. “Eu queria fazer a minha primeira música de verdade com o Smiler, mas quando mostrei esse material, disseram: “Droga, isso tem mudanças de tempo demais. Não vamos fazer isso de jeito nenhum!” Não aceitei essa atitude, por isso saí e fundei o Iron Maiden. Ainda ouço todas aquelas coisas antigas e Foxtrot (do Genesis) provavelmente é o meu disco favorito.”

Quando Harris decidiu formar seu próprio grupo, ele juntou alguns músicos locais desconhecidos para ensaiar e tocar músicas de algumas de suas bandas favoritas. Somente Harris e alguns dos seus amigos se divertindo. Harris ainda não era o baixista confiante que ele viria a ser e o seu amigo guitarrista na época era mais talentoso que Harris, o que fazia com que o jovem e entusiasmado baixista trabalhasse com mais afinco. Também contavam com um baterista, mas as coisas não deram certo. Harris então passou a procurar uma formação estável para o Iron Maiden;

A primeira formação do Iron Maiden contava com o baixista Steve Harris, os guitarristas Dave Sullivan e Terry Rance, o vocalista Paul Day e o baterista Ron “Rebel” Matthews.

Contudo, uma possível formação mais antiga (final de 1975) pode ter existido, já que Vic Scott lembra de Dennis Wilcock cantando quando costumavam ensaiar três vezes por semana no Allan Gordon Studios em Leyton. Provavelmente não tinham um nome definitivo, mas discutiam as opções possíveis (Iron Maiden e Ash Mountain, para citar apenas duas). Vic Scott apareceu em um programa diurno de TV afirmando ser o primeiro baterista do Iron Maiden. O historiador do Maiden Barry Considine conseguiu entrar em contato com ele e descobriu que Scott provavelmente fez parte do Maiden durante a segunda metade de 1975. Nesse caso, a banda foi formada antes do Natal, o que é menos romântico, mas mais prosaico. Keith Wilfort, que administrou o fã clube do grupo por muitos anos, afirma que o Steve Harris sempre lhe disse que a banda foi formada no verão de 1975, o que bate com a pesquisa de Considine. Terry Rance também falou com Considine e lembra de responder a um anúncio da Melody Maker já em outubro. Mas é provável que a banda tenha se reunido mesmo na época do Natal.

A formação original do Maiden ensaiava como qualquer outra banda; reviam os ritmos e tocavam um monte de covers, especialmente “Jailbreak”, do Thin Lizzy, que era uma nova e popular música no começo de 1976, além de “I Got The Fire”, do Montrose, para citar duas. Harris aparecia nos ensaios com as letras que havia anotado para as músicas em potencial que a banda poderia vir a desenvolver.

Dave Murray

Murray lembrou do seu começo com o Maiden em uma entrevista com Gueneviere, em 1984 (entrevista arquivada no Metal-Rules): “Dennis Wilcock juntou-se ao Steve para formar o Maiden e ele disse: ‘Conheço esse guitarrista.’ Ele tinha o meu telefone e entrou em contato comigo. Eles tinham todo o equipamento montado em um trailer que ficava em uma fazenda e caminhei pelo campo cheio de vacas (risadas). Lembro que a primeira música que toquei foi ‘Wrathchild’. Tocamos juntos e foi tipo: ‘Yeah!’ Foi o que ocorreu e eu simplesmente me juntei a eles.”

Nascido David Michael Murray no dia 23 de dezembro de 1956, o novo guitarrista do Maiden vinha de uma família de classe operária. A mãe era uma faxineira que trabalhava meio período para que pudesse cuidar do marido inválido. A criação de Murray foi dura: não havia dinheiro suficiente para gastar com roupas e atividades sociais, então Murray passava muito tempo jogando e assistindo futebol e críquete, seus dois esportes favoritos. A família Murray mudava muito, então o guitarrista nunca teve estabilidade para juntar-se a um clube esportivo. Mudavam com tanta frequência que, quando chegou à adolescência, já havia frequentado várias escolas diferentes.

Murray respondia vários anúncios que eram publicados na revista Melody Maker, o que o levou a passagens por bandas como Electric Gas por cerca de um ano, em 1973, possivelmente Warlock, em 1974, e Legend, também em 1974, com Alan Levett no baixo (que mais tarde faria parte do Urchin), Terry Tyler na bateria e um vocalista chamado Will. Outras bandas de Murray incluíam Evil Ways (que mais tarde tornou-se Urchin), com Maurice Coyne, e o The Stuff. Um dos outros anúncios que ele respondeu foi o do Iron Maiden, em 1976, embora reze a lenda que foi Dennis Wilcock que o recomendou para Harris. Basta dizer que ele conseguiu a vaga, embora a sua contratação tenha gerado alguma tensão interna.

“Dois é bom, três é demais” e a dupla Sullivan/Rance não gostou do estranho no ninho que era Murray. Harris estava convencido que Murray era um guitarrista muito melhor que os outros dois e, além do mais, ele gostava do bom humor de Murray. Os desentendimentos quanto aos três guitarristas quase levaram Harris a terminar a banda em 1976, após um breve período com essa formação, possivelmente de dezembro de 1975 a novembro do ano seguinte. Harris precisava de tempo para repensar as coisas.

Não era o fim do Maiden, é claro, caso contrário seria um livro realmente curto. Como Lázaro na Bíblia, a banda logo ressuscitou em dezembro de 1976, com Dave Murray e Bob Sawyer. Durante essa fase aparentemente tumultuada no começo do grupo, Murray arrumou um emprego no Conselho da Grande Londres (Greater London Council), trabalhando das nove às cinco. Porém, ele continuava comprometido com o Maiden, assim como Harris, cuja dedicação nunca enfraqueceu.

*  *  *  *

Harris, novamente, criou uma versão renovada do Iron Maiden (que passava nessa época por mais mudanças do que o seriado britânico de TV Dr Who) com o guitarrista Terry Wapram e o baterista Barry Graham Purkis – conhecido como Thunderstick. Ele mudou o seu nome após um show com o Samsom, no dia 3 de março de 1979, no Bristol Granary. Bem, é mais descolado do que Barry Purkis, você há de convir. Thunderstick, como o chamaremos de agora em diante, substituiu Ron Matthews (que foi trabalhar com John McCoy e Bernie Tormé) e o vocalista Dennis Wilcock. Depois da saída de Matthews, uma decisão aparentemente estranha foi tomada: a contratação do tecladista Tony Moore.

Moore diz: Na época, eu morava em Bristol, onde havia crescido. Ainda jovem já tocava teclado, compunha e fazia shows. Fiz a minha primeira turnê profissional em 1976, quando larguei a escola para viajar com um cantor de Soul chamado Al Matthews. Contudo, como vários músicos antes e depois de mim, percebi que a cena musical realmente prosperava e crescia em Londres. Então, decidi encontrar uma banda da cidade para que tivesse a oportunidade de me mudar para lá. Nos anos 1970 não havia redes sociais, nada de Craiglist/Gumtree ou anúncios on line. Na verdade, qualquer coisa musical referia-se ao Melody Maker, um jornal de música semanal que tinha uma seção de anúncios muito ativa e bem-sucedida. Se você precisasse vender uma guitarra ou comprar uma bateria, achar um empresário ou conectar-se a outros músicos, esse era o único modo viável de fazê-lo. Lembro-me de examinar os anúncios e ver um bem grande que (se me lembro bem) dizia algo como “Banda de Rock procura tecladista com sintetizador.” Bem, eu tinha um piano Wurlitzer e um sintetizador Korg com uma unidade de eco Memory Man deluxe e um Combo HH. Então, liguei para o número indicado, falei com o Steve (Harris) e combinei de fazer um teste com a banda. Também lembro que “The Bells of Berlin”, de um grupo chamado Lone Star, foi mencionada como uma grande influência e o motivo pelo qual a ideia de duas guitarras e um sintetizador estava sendo testada para o Maiden. O Lone Star acabara de fazer muito sucesso com essa música, provando que o Rock Melódico podia tornar-se popular. Esse fato, combinado com o compasso da música, na realidade refletia muito do que o Steve ouvia na música do Maiden. Foi por isso que o Steve (e possivelmente o Dennis) pensou que um tecladista seria a adição certa para a banda.

Talvez não seja surpresa que Harris tenha contratado um tecladista devido ao seu amor pelo Rock Progressivo e teclados, em sua maioria, eram virtualmente compulsórios em qualquer banda progressiva de respeito. Mas será que o instrumento combinaria com o estilo pesado do Maiden?  Afinal de contas, havia funcionado para o UFO, com Danny Peyronel, e depois Paul Raymond.

Moore comenta: Coloquei todo o meu equipamento no meu velho Austin 1100 e levei a minha namorada da época, Sally Johnson, para Londres. Em uma época antes do Google map e GPS Sat Nav, eu tinha um velho Atlas AA com uma seção sobre a parte central de Londres. Tentei descobrir uma rota indo de Bristol, no oeste do Reino Unido, até o East End, de Londres. Foi bem estressante, mas acabamos no pátio de uma rua atrás da estação Mile End. Lá, achamos um complexo de salas de ensaio chamado Scarf. Tive que carregar o meu equipamento subindo uma escada de metal até o primeiro andar, onde havia um corredor cheio de portas que davam para várias salas individuais.

Carreguei meu equipamento até a primeira sala e fiquei empolgado por estar em uma sala de ensaio de verdade. Até então, sempre havia ensaiado no porão da casa dos meus pais, então tudo isso era algo novo e empolgante para mim. Steve tinha uma enorme parede de amplificadores de baixo, que era mais alta que ele, em um dos cantos. Depois que montei meu equipamento, começaram a passar as músicas. Tentei adicionar partes e achar lugares para encaixar o meu teclado. Tocamos algumas músicas (não tenho certeza quais, mas todo o material do primeiro álbum já havia sido escrito nesse ponto) e então a banda saiu para conversar sobre mim. Fiquei na sala com a Sally, esperando para ouvir a decisão deles. Voltaram alguns minutos depois e Steve disse que haviam decidido me dar a vaga. Estava entusiasmado: tudo parecia ser tão diferente do mundo ao qual eu estava acostumado. Estava em Londres e os sotaques, atitude e ambição eram sérios e interessantes.

*  *  *  *

Bem, no período de um ano, o Maiden havia evoluído de várias formas diferentes e conquistado um bom número de fãs fiéis. Contudo, eles não haviam tocado ao vivo por um bom tempo e havia muita expectativa em relação ao que essa nova formação traria. Havíamos ensaiado constantemente construindo o set, planejando a dinâmica e conhecendo uns aos outros como músicos. Quando o dia finalmente chegou, nós fomos levar o equipamento de tarde e me lembro que havia um estranho camarim no porão e uma área para deixar o equipamento. Estávamos muito ocupados, mas o show em si foi um desastre sob muitos aspectos. Dennis Wilcock, o vocalista, realmente incrementou a sua performance com maquilagem, cápsulas de sangue e uma espada de esgrima que ele colocou na boca. Na minha opinião, tudo parecia ser amador e um tanto idiota. Acho que Thunderstick errou um solo e basicamente o set todo deixou muito a desejar.

Depois dessa noite, senti que a minha contribuição para a banda não estava certa. Também senti que essa formação não estava se entendendo bem. Parece que um limite foi estabelecido depois dessa apresentação: os ensaios estavam mais tensos e o clima havia mudado.

Após a saída de Moore, a formação Harris/Wapram/Thunderstick/Wilcock continuou na luta. Um show do Maiden que se tornou lenda por todos os motivos errados ocorreu no Green Man Plumstead, onde Dennis Wilcock não apareceu. Pensou-se inicialmente que o show acontecera em junho de 1977, mas parece que foi mesmo no dia 6 de abril de 1978. Como mencionado anteriormente, a cronologia do Iron Maiden antes de 1979 é confusa. De qualquer modo, Wilcock saiu da banda.

Evidentemente, sua saída não foi bem aceita pelo resto da banda, que precisou se virar da melhor forma possível. Então, no dia 8 de abril, Thunderstick também saiu. Seu último show foi no The Bridgehouse. Deu tudo errado em sua última apresentação com a banda.  De fato, a performance de Thunderstick entrou para a história do Iron Maiden.

O baterista relembrou o evento para Henrik e Mattias, no livro Book Of Hours, em 2005: “Eu estava casado por oito anos e, na época, estava tendo um caso com uma bela mulher que acabara de dizer ao marido sobre nosso envolvimento. Minha esposa também descobriu. Todos os três estavam no show. Eu tinha comprado um novo kit de bateria, uma Gretsch, que ainda não havia usado, nem mesmo para ensaiar. Eu a recebi naquela mesma tarde do show. Demorei um pouco mais na passagem de som para montar e testar tudo. E sim, eu tomei algo. Não era ácido ou nada do gênero. Era um barbitúrico, um calmante, um Valium ou algo assim. Estava tão estressado o show inteiro porque minha esposa, a garota com quem eu estava transando e seu marido estavam lá, além do meu novo kit de bateria. Estava acostumado com meu outro kit e, toda vez que eu procurava o tom tom, ele não estava lá. Foi por isso que acabei saindo da banda.

Thunderstick gostou de sua passagem pela banda, embora esta tenha durado somente alguns meses. Harris costumava passar na casa dele e o baterista sentava na banqueta enquanto Steve, armado com o seu baixo, dizia o que ele esperava de Barry. A oportunidade de juntar-se ao Maiden veio na hora certa para Thunderstick, já cansado de participar de bandas semiprofissionais com as quais só tocava nos finais de semana. O Maiden era um grupo mais profissional, que tinha o seu próprio PA, transporte e uma noção firme de onde queria chegar.

Os dois tinham influências musicais similares, especialmente Genesis, King Crimson, Van Der Graaf Generator e Gong, assim como Deep Purple, Led Zeppelin e Uriah Heep. Estavam trabalhando no material novo, ainda em estágio inicial, que acabou sendo incluído no álbum de estreia da banda.

Mais tarde, Wilcock formou o grupo V1, com Terry Wapram, e gravou uma fita demo na Spaceward Studios. Isso impressionou Steve Harris, tanto que ele decidiu usar o mesmo estúdio. Wilcock, então, entrou no Gibraltar, antes de desistir da cena musical. Ele é um dos poucos integrantes do começo do Iron Maiden que desapareceu na obscuridade. Entretanto, ele aparece em The Early Years, o aclamado DVD do Iron Maiden. Wilcock também criou o logo oficial em abril/maio de 1977, enquanto trabalhava como gerente no Crowe Art Studios. Esse fato foi confirmado pelo seu assistente, Ray Hollingworth, além de Paul Sears e Bob Sawyer.

Há boatos de que Wilcock anda se apresentando em pubs na área de Newmarket. Esperamos que um dia ele apareça, já que seria ótimo ouvir sua versão.

Membros iam e vinham em um ritmo muito rápido. Se a banda toda caísse num buraco negro, o que parecia provável na época, Harris tinha um plano B – voltar para a faculdade para estudar desenho técnico. Felizmente, ele persistiu com sua visão do Maiden. Empenhou-se em revitalizar o grupo e pensava em gravar material original.

O começo do Iron Maiden teve mais voltas e reviravoltas do que um jogo (de tabuleiro) Snakes and Ladders, com tantos músicos entrando e saindo da banda, mas isso tudo não impediu que Harris alcançasse o seu sonho e transformasse o grupo na maior banda de Heavy Metal do mundo. Ainda haveria um caminho árduo pela frente antes que isso se realizasse, mas ele estava chegando lá aos poucos, certificando-se que tinha os músicos e material certos.

iron maiden-capa killers Eddie-poster-miniatura02 Iron Maiden at the Alpine Valley Music Theater on August 6th, 1983 in East Troy, Wi. 19 18 Photo of FANS and HEAVY METAL and HEADBANGING and AIR GUITARIST 16 Iron Maiden On Their Tour Bus 14 13 10 Dianno Posed 3

Killogy

capabrea-book1 brea-book2 killogy-620x375 marky02-1 marky-004Nova revista em quadrinhos no formato 17 x 25 cm, totalmente a cores, impressa em papel offset 70 gramas e capa em papel couchê 115 gramas.

Assista o trailer desta espetacular revista em quadrinhos que traz Marky Ramone dos lendários Ramones como personagem e os atores Frank Vincent (Família Soprano, Cassino e Os Bons Companheiros) e Brea Grant (Heroes e Dexter). O material foi publicado nos EUA pela editora IDW e chega agora ao Brasil pela NFL ZINE EDITORA.

Confira: www.youtube.com/watch?v=Us0dZJUmHU0

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Uma revista: R$10,00 + R$4,00 de frete

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Três revistas: R$30,00 + R$5,00 de frete

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PONTOS DE VENDA ONDE VOCÊ PODERÁ COMPRAR A REVISTA QUANDO ELA FOR LANÇADA (aguarde por mais locais)

 

SÃO PAULO – CENTRO

 

GALERIA DO ROCK, NA RUA 24 DE MAIO, 62; OU AVENIDA SÃO JOÃO, 439

Die Hard: loja 312, 2º andar

Paranoid: loja 306/315, 2º andar

 

GALERIA NOVA BARÃO, NA RUA BARÃO DE ITAPETININGA, 37 OU RUA SETE DE ABRIL, 154, RUA ALTA

Tuca Discos: loja 70

Garimpo Cultural: loja 35

 

SÃO PAULO – OUTRAS REGIÕES

1daSul: Av. Comendador Sant`Anna, 138 (Capão Redondo) (em breve)

Gibi: Rua Major Maragliano, 364 (Vila Mariana)

Gibiteria: Praça Benedito Calixto, 158, 1º andar, loja 11 (Pinheiros)

Monkix: Rua Harmonia, 150 – Loja 3 (Vila Madalena) (em breve)

 

OUTRAS CIDADES

 

AMERICANA

Heavy Metal Rock: Rua 30 de Julho, 244 (em breve)

CARUARU
O Colecionador: Travessa das Flores,174 Bairro do Salgado

CURITIBA

Aguarde endereços

FORTALEZA

Aguarde endereços

GOIÂNIA

Hocus Pocus: Av. Araguaia, 957 (em breve)

ILHA BELA

Classic Metal: Rua Benedito Marques Santana, 170 (em breve)

JOÃO PESSOA

Oliver CDs: Av Sen. Rui Carneiro, Nº 648 Sala B (em breve)

OSASCO

Aguarde endereços

SANTO ANDRÉ

Rock Shot: Rua Campos Sales, n°71 , loja 56, Shopping do Carmo (em breve)

Metal CD´s: Rua Dona Elisa Fláquer, 184 (em breve)killogy-01 killogy-02 killogy-03 killogy-04 killogy-05 killogy-06 killogy-07 killogy-08 killogy-09

KISS: DRESSED TO KILL

nflzine

Nova revista em quadrinhos do KISS no formato 17 x 26 cm, totalmente a cores adaptando para os quadrinhos o álbum Dressed to Kill, não exatamente as letras do álbum mas o tema que envolve a capa. A revista tem dezenas de citações das músicas e álbuns da banda KISS e pré-KISS mostrando uma aventura que se passa em Chicago no ano de 1929 e outra num passado remoto, há séculos, onde os avatares do KISS se manifestam numa era de magia e barbarismo.

Nova revista em quadrinhos do KISS no formato 17 x 26 cm, totalmente a cores adaptando para os quadrinhos o álbum Dressed to Kill, não exatamente as letras do álbum mas o tema que envolve a capa. A revista tem dezenas de citações das músicas e álbuns da banda KISS e pré-KISS mostrando uma aventura que se passa em Chicago no ano de 1929 e outra…

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The Beatles Experience

Revista em quadrinhos com 240 páginas publicada originalmente pela extinta editora norte-americana Rock´n´Roll Comics que lançou biografias em quadrinhos de bandas como Metallica, AC/DC, Guns´n´Roses, Van Halen entre outras. Nessa revista você verá muitas situações do ponto de vista do autor e como elas foram na realidade também, seguindo um ritmo que para muitos pode ser maçante mas se torna um registro histórico do que acontecia no mundo durante a passagem dos Beatles pelo mundo afora. Nas manchetes em cada página você vê os fatos históricos que aconteceram na época e nos lançamentos musicais, o que era mais popular, ano a ano, década a década. Se você tiver na faixa dos 30 a 40 anos, deverá achar que está muito velho ao ver músicas que passavam na televisão quando você era criança ou adolescente no período em que nasceu a MTV por exemplo.

De quebra, como bônus, no final da revista há uma história sobre a morte do Paul McCartney desenhada pelo ex-desenhista da Liga da Justiça, Stuart Immonen que também desenhou a biografia da banda de Thrash Metal Anthrax para a mesma editora no começo dos anos 90 do século passado.

QUER COMPRAR?

1 revista: R$30,00 + R$5,00 de frete

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SÃO PAULO – CENTRO

GALERIA DO ROCK, NA RUA 24 DE MAIO, 62; OU AVENIDA SÃO JOÃO, 439
Die Hard: loja 312, 2º andar ou compre pelo site http://www.diehard.com.br
Rockland: loja 262, 1° andar ou compre pelo site http://www.rocklandonline.com.br
Paranoid: loja 306/315, 2º andar ou compre pelo site http://www.paranoid.com.br

GALERIA NOVA BARÃO, NA RUA BARÃO DE ITAPETININGA, 37 OU RUA SETE DE ABRIL, 154, RUA ALTA
Tuca Discos: loja 70
Garimpo Cultural: loja 35
SÃO PAULO – OUTRAS REGIÕES
1daSul: Av. Comendador Sant`Anna, 138 (Capão Redondo) – (em breve)
Tattoo Company: Alameda Itu, 1124 ou compre pelo site http://www.tattoocompanysp.com.br (Jardim Paulista)
Gibiteria: Praça Benedito Calixto, 158, 1º andar, loja 11 ou compre pelo site http://www.gibiteria.com (Pinheiros)
Monkix: R. Harmonia, 150 ou compre pelo site http://www.monkix.com.br (Sumarezinho)

OUTRAS CIDADES

AMERICANA
Heavy Metal Rock: Rua 30 de Julho, 244 ou compre pelo site http://www.hmrock.com.br
CARUARU
O Colecionador: Travessa das Flores,174 Bairro do Salgado
CURITIBA
Itiban: Av. Silva Jardim, 845 (em breve)
GOIÂNIA
Hocus Pocus: Av. Araguaia, 957 ou compre pelo site http://www.hocus.com.br (em breve)
PORTO ALEGRE
Aplace: Rua Voluntários da Pátria, 323, loja 57 ou compre pelo site http://www.aplace.com.br (em breve)
SANTO ANDRÉ
Metal CD´s: Rua Dona Elisa Fláquer, 184, Centro
Rock Shot: Praça do Carmo, n° 71, loja 56, Shopping do Carmo, Centro ou compre escrevendo para loja_rockshot@hotmail.com

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KISS: DRESSED TO KILL

Nova revista em quadrinhos do KISS no formato 17 x 26 cm, totalmente a cores adaptando para os quadrinhos o álbum Dressed to Kill, não exatamente as letras do álbum mas o tema que envolve a capa. A revista tem dezenas de citações das músicas e álbuns da banda KISS e pré-KISS mostrando uma aventura que se passa em Chicago no ano de 1929 e outra num passado remoto, há séculos, onde os avatares do KISS se manifestam numa era de magia e barbarismo.

Nova revista em quadrinhos do KISS no formato 17 x 26 cm, totalmente a cores adaptando para os quadrinhos o álbum Dressed to Kill, não exatamente as letras do álbum mas o tema que envolve a capa. A revista tem dezenas de citações das músicas e álbuns da banda KISS e pré-KISS mostrando uma aventura que se passa em Chicago no ano de 1929 e outra num passado remoto, há séculos, onde os avatares do KISS se manifestam numa era de magia e barbarismo.
Os interessados em adquirir um ou mais exemplares devem escrever para nflzineeditora@outlook.com e há descontos para a compra a partir de 5 unidades como você pode ver na tabela abaixo.
Uma revista: R$10,00 + R$4,00 de frete
Duas revistas: R$20,00 + R$5,00 de frete
Três revistas: R$30,00 + R$5,00 de frete incluso
5 revistas por R$45,00 com frete incluso
10 revistas por R$75,00 com frete incluso
20 revistas por R$140,00 com frete incluso
30 revistas por R$200,00 com frete incluso

E ainda há pôsteres que foram lançados com essa nova edição, mas os pôsteres não estão dentro da revista e devem ser comprados a parte. São sete pôsteres ao todo, sendo três grandes no tamanho 96 x 66 cm coma arte da capa da revista e outros dois com arte de capas alternativas de duas edições norte-americanas inspiradas na música “A World Without Heroes” do KISS.
Cada pôster grande custa R$10,00 + R$6,00 de frete
Dois pôsteres grandes custam R$20,00 + R$7,00 de frete
Três pôsteres grandes custam R$30,00 + R$2,00 com frete reduzido.
Os pôsteres menores – dos rostos – custam R$5,00 + R$5,00 de frete para um deles (só o do Gene Simmons por exemplo), R$10,00 + R$6,00 para dois pôsteres (exemplo: Gene Simmons e Paul Stanley) e R$15,00 + R$6,00 para três Pôsteres do rosto, mas o conjunto com os quatro posteres dos integrantes do KISS com chapéus e visual de pessoas dos anos 20 e 30 custa R$15,00 + R$7,00 de frete, o que seria mais lógico, ter o conjunto todo com os quatro. Esses quatro pôsteres medem 46 x 62 cm e tanto os pôsteres pequenos quanto os grandes são em papel cuchê 150 gramas.

MAS AGORA VEM O MELHOR.
Caso você queira o kit todo do gibi novo com os 7 pôsteres paga apenas R$50,00 (cinquenta reais) com o frete incluso. Isso mesmo, só 50 contos por 7 pôsteres e uma revista com frete incluso. A revista será enviada nem envelope e os pôsteres serão enrolados e enviados dentro de um cano de pvc para não ficar dobrado, sendo assim será enviado a parte e sem dobras. Vai perder?

Ah, a descontos para compra de vários pôsteres.
10 pôsteres de R$5,00 por R$40,00 com frete incluso
15 pôsteres de R$5,00 por R$60,00 com frete incluso
20 pôsteres de R$5,00 por R$75,00 com frete incluso
30 pôsteres de R$5,00 por R$100,00 com frete incluso
20 pôsteres de R$5,00 por R$130,00 com frete incluso
10 pôsteres de R$10,00 por R$80,00 com frete incluso
15 pôsteres de R$10,00 por R$120,00 com frete incluso
20 pôsteres de R$10,00 por R$150,00 com frete incluso
25 pôsteres de R$10,00 por R$180,00 com frete incluso
30 pôsteres de R$10,00 por R$200,00 com frete incluso
Você escolhe que pôsteres no valor desejado quer e quantas cópias de cada modelo.
Caso queira comprar a outra revista do KISS em grandes quantias, você pode comprar junto com essa com desconto. Por exemplo, 10 revistas sendo 4 do Greatest Hits volume I e 6 do Dressed to Kill, sai por R$75,00 com frete incluso, ou 20 unidades sendo 10 de cada edição sai por R$140,00 com frete incluso.

PONTOS DE VENDA ONDE VOCÊ PODERÁ COMPRAR A REVISTA DO KISS (aguarde por mais locais)

SÃO PAULO – CENTRO

GALERIA DO ROCK, NA RUA 24 DE MAIO, 62; OU AVENIDA SÃO JOÃO, 439
Die Hard: loja 312, 2º andar
Mechanix: loja 252, 1º andar
Volumen Brutal: loja 209, mezanino

GALERIA NOVA BARÃO, NA RUA BARÃO DE ITAPETININGA, 37 OU RUA SETE DE ABRIL, 154, RUA ALTA
Tuca Discos: loja 70
Garimpo Cultural: loja 35
Bluesonic: loja 37
Mafer: loja 28

SÃO PAULO – OUTRAS REGIÕES
1daSul: Av. Comendador Sant`Anna, 138 (Capão Redondo)
Tattoo Company: Alameda Itu, 1124 (Jardim Paulista)
Gibiteria: Praça Benedito Calixto, 158, 1º andar, loja 11 (Pinheiros)
Manifesto Rock Bar: Rua Iguatemi, 36 (Pinheiros)
Monkix: R. Harmonia, 150 (Sumarezinho)
Livraria Cultura – geek.etc.br: Al.Santos , 2152 – Loja 122, Conjunto Nacional (entrada também pela Av. Paulista)
Banca Gazeta – Av. Paulista 900 (Paulista)
Bancas Trianon (duas) – Av. Paulista em frente ao Parque Trianon (Paulista)

OUTRAS CIDADES

AMERICANA
Heavy Metal Rock: Rua 30 de Julho, 244
CARUARU
O Colecionador: Travessa das Flores,174 Bairro do Salgado
CURITIBA
Itiban: Av. Silva Jardim, 845 (em breve)
Lets Rock: Praça Tiradentes, 106 / Lojas 03 e 04 – Galeria Pinheiro Lima
FORTALEZA
Revista e Cia: Av. Pontes Vieira, 1843
GOIÂNIA
Hocus Pocus: Av. Araguaia, 957
JOÃO PESSOA
Comic House: Av. Nego, 200 (em breve)
OSASCO
Crow Rock Shirts Design: Rua Primitiva Vianco, 195
PORTO ALEGRE
Aplace: Rua Voluntários da Pátria, 323, loja 57
RECIFE
Livraria Cultura – geek.etc.br: Rua da Alfândega 35 – Loja 308
RIO DE JANEIRO
Livraria Cultura – Cine Vitória: Rua Senador Dantas, 45
SANTO ANDRÉ
Metal CD´s: Rua Dona Elisa Fláquer, 184

KISS: THE GREATEST HITS, VOLUME I

A revista KISS: THE GREASTEST HITS VOL I, em suas 100 páginas coloridas, mostra as duas primeiras histórias da banda KISS publicadas pela Marvel Comics no final dos anos 70, nunc aantes publicadas aqui no Brasil e custa apenas R$10,00.
A revista ainda apresenta uma matéria falando sobre o sangue dos integrantes da banda que foi misturado a tinta usada na impressão da revista. Uma raridade para qualquer fã da banda e fã de quadrinhos de qualidade.


Os interessados em adquirir um ou mais exemplares devem escrever para nflcomics@hotmail.com e há descontos para a compra a partir de 5 unidades como você pode ver na tabela abaixo.
Uma revista: R$10,00 + R$4,00 de frete
Duas revistas: R$20,00 + R$5,00 de frete
Três revistas: R$30,00 + R$5,00 de frete incluso
5 revistas por R$45,00 com frete incluso
10 revistas por R$75,00 com frete incluso
20 revistas por R$140,00 com frete incluso
30 revistas por R$200,00 com frete incluso

PONTOS DE VENDA ONDE VOCÊ PODERÁ COMPRAR A REVISTA DO KISS (aguarde por mais locais)

SÃO PAULO – CENTRO

GALERIA DO ROCK, NA RUA 24 DE MAIO, 62; OU AVENIDA SÃO JOÃO, 439
Die Hard: loja 312, 2º andar
Mechanix: loja 252, 1º andar
Rockland: loja 262, 1° andar
Volumen Brutal: loja 209, mezanino
Mutilation: loja 370, 2º andar

GALERIA NOVA BARÃO, NA RUA BARÃO DE ITAPETININGA, 37 OU RUA SETE DE ABRIL, 154, RUA ALTA
Tuca Discos: loja 70
Garimpo Cultural: loja 35
Bluesonic: loja 37
Tuaregs: loja 68
Mafer: loja 28

SÃO PAULO – OUTRAS REGIÕES

1daSul: Av. Comendador Sant`Anna, 138 (Capão Redondo)

Tattoo Company: Alameda Itu, 1124 (Jardim Paulista)

Gibiteria: Praça Benedito Calixto, 158, 1º andar, loja 11 (Pinheiros)

Monkix: R. Harmonia, 150 (Sumarezinho)

OUTRAS CIDADES

AMERICANA
Heavy Metal Rock: Rua 30 de Julho, 244
CARUARU
O Colecionador: Travessa das Flores,174 Bairro do Salgado
CURITIBA
Itiban: Av. Silva Jardim, 845
Lets Rock: Praça Tiradentes, 106 / Lojas 03 e 04 – Galeria Pinheiro Lima
FORTALEZA
Revista e Cia: Av. Pontes Vieira, 1843
GOIÂNIA
Hocus Pocus: Av. Araguaia, 957
OSASCO
Crow Rock Shirts Design: Rua Primitiva Vianco, 195
PORTO ALEGRE
Aplace: Rua Voluntários da Pátria, 323, loja 57
SANTO ANDRÉ
Metal CD´s: Rua Dona Elisa Fláquer, 184